quinta-feira, 2 de abril de 2009

descansando

Sinto que a fase passou.
Primeiro me surpreendi com a farsa que são as seitas e religiões, quis conhecer algo que fosse real. Segui os passos de alguem que foi religioso, cristão independente, espiritualista, agnostico e agora cheguei à merecida fase do Foda-se!
Isso tem tudo a ver com sabedoria e inteligencia. É quando voce toma conhecimento de todos os fatos, realidades e (in)veracidades, examina tudo, questiona até o limite e quer contar pra todos a novidade.
Hoje chego ao ponto que contar a novidade não faz sentido, ninguem quer saber isso. As pessoas, na sua maioria, buscam respostas que preferem não saber.
Imagina, descobrir o que ha apos a morte? ou descobrir a personalidade de Deus?
E se não bater com o que voce gostaria de ouvir?
Melhor se acomodarem as respostas que lhes satisfazem, sendo certas ou não.
Descobri a minha - que so consigo identificar mentiras, mas desconheço a verdade.
Mentiras são pontos de vista pessoais, verdade seria algo irrefutavel, independente do ponto de vista, necessita de provas concretas e isso não existe.
Existe a intangivel fé.
Portanto, hoje me dou ao luxo de relaxar. Sei o suficiente para mim, e se alguem quiser, posso indicar o caminho que ele deseja ir. Quer ser um bom cristão - leia a biblia! Quer ser um bom budista? - Siga Buda! Quer ser um agnostico? - Questione tudo! Quer ser feliz? - aprenda de tudo e depois abandone, renuncie a essa insanidade.
Religiões são decretos, coisas que qualquer homem sedento de poder consegue escrever.
...
Quanto a mim, to tocando minha vida - www.devaneiossuicidas.blogspot.com
estou lá, postando ideias aleatorias :)

domingo, 1 de março de 2009

João 10 - uma analise

Esse post é focado em uma crença e interpretação das Testemunhas de Jeová.
Segundo elas, a vida eterna e o paraíso será na terra. Indo um pouquinho mais além, dizem que há duas esperanças, a terrestre para a grande multidão de fieis (ou seja, elas proprias!!!) e uma celestial para um seleto grupo de 144.000 pessoas escolhidas dentre todas as raças e eras.
Um dos pontos de apoio é João 10:16 "E tenho outras ovelhas que não são deste aprisco".
Este texto é sempre citado por elas para explicar essa tese.
Acredito plenamente que nenhuma Testemunha de Jeová nunca pegou a biblia para ler, estudar e entender o capitulo 10 de João. Porque se fizessem uma analise rápida, simples e honesta do contexto veriam que -
No capitulo 9 Jesus havia curado um rapaz cego de nascença (esse incidente em si, e os dialogos entre Jesus e seus discipulos merecem um estudo também, mas é outra historia, vamos concentrar em João 10:16 por enquanto).
Jesus curou o rapaz, e os fariseus não gostaram muito disso, e o chamaram para ser interrogado, pouco depois seus pais também foram chamados, e uma multidão de pessoas se aglomerou pra ver o barraco armado pelos fariseus. Eles queriam desacreditar Jesus ou encontrar um ponto para incrimina-lo.
Jesus aproveitou a deixa para falar sobre si mesmo como um pastor excelente, que cuida dos seus, enquanto o poder religioso (ou farisaico) oprimia as pessoas.
Jesus falando com aquela multidão, que envolvia o povo comum, fariseus, o rapaz curado, a familia dele e seus discipulos - tratava a todos como "suas ovelhas". Todos que lhe escutassem assim eram considerados (vide vers. 26 e 27).
Jesus até esse momento só havia pregado e feito curas entre os judeus, o povo escolhido por Deus. Mas Ele tinha outros planos, tanto que antes de morrer escolheu a Pedro para ser seu sucessor e disseminar os seus ensinos entre os gentios (os não judeus). Ele também designou que o espirito santo auxiliaria seus discipulos a encontrar ovelhas dentre todos os povos.
Já que as ovelhas a quem Jesus pregava e curava eram suas ovelhas, quem seriam as outras ovelhas?
Acho que fica claro entender que se referia aos gentios. As ovelhas eram os judeus que ouviam e aceitavam suas palavras e as outras ovelhas, todas as outras pessoas não-judaicas.
Jesus não estava falando, ali, sobre uma classe celestial e outra terrestre. Impossivel conectar isso a essa ideia.
A sugestão para as Testemunhas de Jeová é - Leiam, questionem e busquem entender. Vejam as coisas sem o oculos do Corpo Governante.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Religião como Commodities

Costumo ouvir de pessoas não religiosas, bem como de pessoas religiosas, que a religião (instituída) faz-se um mal necessário. Os pontos p’ro de tal afirmação variam entre carateres educativos, culturais, sociais e até mesmo econômicos. Ninguém seria louco a ponto de negar que a sociedade mundial foi estruturada em função dessa poderosa instituição – neste caso, todas elas, cristãs em suas varias nomenclaturas, islâmicas, budistas, e até mesmo as religiões tribais do continente africano.

Funde-se uma coisa na outra – Cultura e Religião, Economia e Religião, Política e Religião, Historia e Religião.

A religião atua como um tempero na vida e na sociedade, as vezes um sal, as vezes uma pimenta, e na vasta maioria das vezes administrada em excesso por chefs sedentos de impor seu sabor no prato do povo.

O papel inicial da religião deveria ser apenas direcionar pessoas para o divino, deveria ser uma ferramenta sacerdotal para quem buscasse tal consolo. Mas os próprios livros sagrados incubiram de mostrar que o âmbito era diferente.
A narrativa bíblica mostra o poder inicialmente nas mãos de um líder, Moises, conduzindo o povo pelo deserto na saída do Egito, depois esse poder migra para as mãos de juizes, classes sacerdotais e finalmente a era dos Reis. No Bhagavad Gita a situação é clara, Krishna mostra espiritualidade no front de guerra, diretamente ao seu amigo e guerreiro Arjuna. Maomé não faz por menos, instiga a ordem e a batalha em nome de Deus.

O que notamos em comum nisso? Que Deus usa lideres de guerra? Ou podemos deduzir que os lideres de Deus criaram “Deus”para suas batalhas?
Constantino, milagrosamente, ou mirabolantemente, teve uma visão do símbolo que deveria usar na sua batalha e conquistar, e com a Cruz no estandarte ele liderou soldados para a batalha.

Entre os mesmos irreligiosos que questionam a religião como um mal necessário, há aqueles que questionam os métodos de Richard Dawkins em criticar a religião, e este sempre a aponta como a causadora de divisões, contendas, racismo e guerras. Que os livros sagrados (principalmente a bíblia e o Alcorão) em mãos inescrupulosas são responsáveis por praticamente todas as batalhas no últimos 2000 anos de historia.
Pode-se negar isso?
Basta lembrar das cruzadas, católicos vs protestantes na Irlanda, mulçumanos vs hindus, o holocausto na 2ª guerra mundial, etc., sempre há uma pitada.

Vários questionamentos podem ser levantados – Religião é um MAL ou é MAL USADA? Podemos ir além nas perguntas – é necessária? Como seria o mundo sem elas? Já cumpriram seu papel na humanidade, e agora chegou o momento de expurgá-las?

Se a religião for expurgada, temos uma sucessora de plantão – A Ciência. Algumas questões são levantadas sobre o poder e a influencia na dobradinha Ciência/Governantes – Haverá moral em suas decisões? Haverá extrapolação? Usarão o poder da ciência de forma consciente e útil para a humanidade?

Nessa altura do campeonato, já vimos que a religião é uma péssima decisora moral, afinal é ela mesma que cria guerras, manipula governantes, acoberta crimes, corrompe, e afins. Ora, porque devemos confiar na palavra dela em questões como aborto e células tronco?
Acredito muito mais no senso-comum. A disponibilizaçao das tecnologias e serviços, e cada um usa de acordo com a sua consciência.

A Igreja Católica por exemplo se mostra clara na luta contra o aborto. Mas, qual alternativa ela disponibiliza? Nenhum! Ainda se mostra contra métodos contraceptivos e anticoncepcionais. Resultado – pobreza, ignorância, miséria de um lado e prepotência e arrogância de outro. Isso se baseia em um mal uso de um livro sagrado.

Essa é uma arma de algumas religiões e seitas, manter o povo ignorante.

Devemos lembrar que o inicio da religião esteve intimamente relacionado com a ciência. Nos primórdios da astronomia e astrologia, deuses e astros se fundiram em lendas. Mas esse casamento durou pouco, pois a religião não soube lidar com as novas descobertas e a evolução cientifica em diversos campos. E agora, percebo que uma nova batalha surge – Quem deterá o poder sobre a humanidade na próxima Era?
A ciência distribuindo conhecimento e tecnologia a todos os povos? A moral se transformando em Senso Comum? A Religião perdendo espaço?

Tudo isso da margem para diversos e infinitos posts e discussões. Mas a pergunta inicial - É a religião um mal necessário? Sinceramente não sei se foi. Admito que vejo a contribuição dela em diversos campos (arte e musica por exemplo), e que ela moldou os mapas e territórios tal como temos hoje. Mas chegou o momento de algo maior tomar conta do poder, algo maior que religião, e não, não é a ciência – É a moral, o caráter. Isso é o que deveria dominar o senso comum da humanidade.
Humanitarismo, ação, proatividade, amor ao próximo. Isso deveria reger a humanidade, ser ensinado nas escolas, que nossas decisões fossem individuais, mas sempre visando o bem comum.

Chegou o momento de que a Religião seja apenas uma commoditie, um objeto de escolha, que um adulto possa escolher sua religião assim como escolhe um carro, e se quiser andar a pé, ninguém vai julga-lo mal por isso. Dessa forma, a religião não domina povos e reinos, mas apenas tempera a vida de quem a desejar.

E o senso comum...

sábado, 24 de janeiro de 2009

O Cristianismo partindo do Zero

Por muito tempo tentei imaginar como seria uma religião Cristã, partindo do zero, deixando de lado tudo que ouvi de outros, aulas, reuniões, missas, teologos, padres e pastores.

Acredito que seria algo assim -
Local Sagrado -
Não haveria nenhuma estrutura fisica, nenhum templo. 1 Corintios 3:16 dá a dica - "Vos sois o templo de Deus, e o espirito de Deus mora em vós".
Isso elimina necessidade de templos, assembleias, reuniões, missas... tu está conectado diretamente, é voce e Deus, Deus e voce!

Lei Máxima -
"Amor a Deus acima de todas as coisas e ao proximo como a ti mesmo". Mateus 22:37a39.
Aplicações e Derivações da Lei Máxima -
Ajudar aos orfãos e viuvas.
Dar a outra face.
Ensinar e educar a outros.
Estimular o amor e as obras excelentes.
Ser pacifico.
Distribuição de riquezas.

esta lista segue tendendo ao infinito, são muitos exemplos do Mestre Jesus, dos seus discipulos e também das parabolas contadas por ele.
O problema é que muitos quiseram criar regras e leis destes exemplos, mas a regra é uma só - Amor. Se o seu ato não contem amor, e pode prejudicar a outro, não o faça.

Proibições -
O que um cristão não pode, ou não deveria, fazer.
Note que foi Paulo que traçou proibições, não Jesus. Mas a listinha era curta -
Fornicação, idolatria, homossexualismo, gananciosos, extorsores... etc. (1 Cor 6:9-11)

Varias coisas dessa lista são bem óbvias, vão de encontro ao amor - injuria, extorsão, ganancia, roubo e afins, tudo isso prejudica ao próximo.
Mas o que dizer de Fornicação e Homossexualismo? Isso pode, ou não, prejudicar ao proximo. Portanto eu tiraria dessa lista, e levaria em conta que Jesus, que foi o criador da regra perdoou uma adultera.
Pedro que foi quem ele instituiu como sucessor direto se sentava com cobradores de impostos, ladrões e sabe-se lá mais quem.

Portanto, se a lei maxima - O Amor - estiver sendo aplicado, não ha proibições.

Rituais e Encontros
Jesus se batisou, mas disse que o batismo seria espiritual.
Ele institui que os encontros entre fieis poderiam ser simples - dois ou tres reunidos em seu nome, e o que ele fazia? encontrava com seus amigos para tomar refeições. Isso foi o que ele instituiu.

Tudo muito simples.
Mais que uma religião, um modo de vida espiritualizado, consciente em fazer o bem, amar e não prejudicar.

A recompensa
Sim, toda religião tem recompensas... e no caso do cristianismo é encontrar-se com Jesus e morar com ele em um paraíso.

O que é necessario
Ter fé.

Tudo simples assim!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Post 15 - Religiosidade x Espiritualidade

Religiosidade e Espiritualidade são conceitos e estilos de vida totalmente diferentes e uma coisa não tem nada que ver com outra, embora muitas pessoas as confundam.
A confusão existe, até mesmo porque há diferença de opiniões entre autores.
Mesmo que o leitor deste post não concorde com o significado que darei às palavras, concordará (talvez) com o conceito que as difere, embora dê outros nomes às palavras.
Em primeiro lugar, entendo por Religião como um grupo de pessoas que segue a algo, geralmente dentro do conceito metafisico ou divino e que, segue isto através de ensinos de mestres ou livros sagrados.
E defino por Espiritualidade a relação direta entre o individuo e suas crenças personalizadas.
A pessoa religiosa pertence a um grupo social que padronizadamente acredita nas mesmas coisas, cumpre ritos e obrigações semelhantes, em alguns casos possuem formas de falar e vestir semelhantes. O religioso possui agendas e obrigações.
Em outras palavras, a pessoa religiosa é aquela que:

vai à igreja ou templo
participa de ritos, cantos e orações
financeiramente ajuda na obra
doa seus serviços na manutenção do templo
participa de obras sociais desenvolvidas pela religião
apega-se a ícones ou escritos sagrados
divulga a mensagem a outros
segue a mestres

Neste ponto, abro parenteses para explicar a palavra "Mestre". Tanto podemos chamar de mestre àquele que da frente do púlpito ensina aos demais, e isto poderia ser um padre, pastor, ancião, sacerdote, rabino, etc., ou àquele que deu origem aos ensinos e escritos.
Este é muito mais interessante, aqui estamos falando de MESTRES que não seguiram a ninguém, mas que criaram suas "verdades" de dentro de sistemas que ja eram sólidos, estabelecidos, porém apresentavam falhas enormes. Muitos mestres vieram de rupturas, e neste caso temos -
Moisés saindo do Egito
Jesus saindo do Judaismo
Maomé saindo e unificando as tribos nomades
Sidarta Guatama saindo do hinduismo
Lutero saindo do Catolicismo
Russel saindo do Presbiterianismo
Darwin saindo do Criacionismo
... e a lista poderia tender ao infinito, tanto de pessoas que criaram cismas e rupturas arrebanhando discipulos, quanto àqueles que sairam de sistemas e foram mestres apenas para si proprios*.

Vamos separar um bem de um mal intencionado mestre. Ambos, depois de analise e pesquisa alcançaram um estagio que era superior aos seus contemporaneos. Mas o que a maioria deles conseguiu foi desatar os nós de um sistema opressor e tentar dar liberdade a outros. Por um incrivel mau entendido, os seus discipulos diretos, partiram a divulgar aquele ensino que acabava de aprender. E em pouco tempo, escritos, escolas, historias, entendimentos e analises eruditas sobre os fatos, comparações, institucionalizações de ritos... e tudo aquilo que o mestre havia quebrado, voltava à tona como sendo a vontade dele.
Vamos considerar o exemplo de Jesus - Ele viveu numa época em que o sistema religioso judaico escravizava a mente e o corpo das pessoas, havia cargas pesadas, regras, leis, templos que exigiam sacrificios, etc.. Jesus quebrou toda aquela religiosidade e ensinou que a adoração a Deus deveria basear-se em Amor e Fé. Uma vida de Amor ao proximo e a Deus. Quem ama é justo e bom. No amor reside a sabedoria. Pronto, ele sintetisou tudo.
Logo apos sua morte, começaram os escritos sobre sua vida e palavras, e ali começou a ser institucionalizado a Religião. Novos ritos e obrigações foram criados. Ele havia dito que era o intermediador entre Deus e os homens e que, o corpo era o templo de Deus. O Templo judaico caiu nas mãos dos romanos em 70 E.C.. Na sequencia o que houve? Criaram novas classes sacerdotais, com padres e diaconos, sacerdotes, sacrificios e transformaram suas palavras em novos mandamentos e fizeram regras a partir disso.
Qualquer religião que possua uma estrutura sacerdotal, por mais simples que seja, já esta colocando um novo Rabi (ou mestre) na posição de Jesus.
Lutero vendo isso resolveu quebrar este sistema e... institucionalizou outro. E quem veio depois dele, botou novas regras e novas interpretações.
O mesmo ocorreu com Buda. Simplificou totalmente o sistema religioso de sua cultura e epoca, mostrou que a iluminação so dependia da propria pessoa. Hoje, basta ir a um templo budista para ver que a historia mudou.
Todas as regras que foram quebradas ou simplificadas pelos verdadeiros mestres, vieram outros e recriaram-nas tal como existia antes.
Basta observar que o clero catolico é tão complexo (ou mais) que a estrutura judaica, e que a estrutura protestante, embora simplificada, também possui hierarquias.
Na relação hindu-budista, idem.
Dentro das Testemunhas de Jeová, idem.**
Toda religião se organiza em niveis hierarquicos e dessa forma, quem quiser participar de uma Organização Religiosa, tem de se adequar ao sistema. Isto é ser Religioso.

A pessoa Espiritualizada segue a linha do mestre. É aquele que, quer por estudos ou pela propria observação, cria seu proprio caminho. Sabe que o seu encontro com o divino ou consigo proprio, não depende do ensino de outros ou de alguma instituição, mas apenas de si mesmo.
Outro ponto comum entre o Bom Mestre e a Pessoa Espiritualizada é que nenhum dos dois tenta impor regras ou ensinar o passo a passo caminho através de milhões de regras.
O verdadeiro mestre não ensina o caminho, apenas aponta a direção.
Confirme isso analisando os ensinos de Jesus, Sidarta, Darwin, Moises, Russel, Maomé, Lutero, Osho e quem mais voce quiser. Quem apontou e quem tentou ensinar o caminho?
Quem tentou ensinar um caminho, caiu na vaidade de ser lider. Trilhou pela arrogancia.
Cada um de nós tem um caminho a seguir, e formas diferentes de trilhar, ver, analisar, aprender, discernir, pisar, compreender, extrair o que há de bom, necessidades...
E a espiritualidade é isso - Conhecer a si proprio e conectar ao que há de mais divino.

Apenas apontando o caminho - Tanto Jesus quanto Buda ensinaram aos seus discipulos que -
O caminho esta dentro de nós.
Pessoas enganam pessoas.

Resumindo -
Religiosidade é seguir e
Espiritualidade é conhecer-se!




*Talvez alguns discordem disso, alguem ser Mestre de si proprio, pois o titulo de mestre so pode ser dado a alguem por um ou mais discipulos, a palavra mestre remete à ação, ser mestre de ou mestre para, então para evitar a colocação de um novo termo, chamo aqui de 'mestre de si proprio' aquele que deixar de seguir a outros e faz seu proprio caminho.
**Possuem um Corpo Governante em Brooklyn, NY, USA, que determina os ensinos a serem divulgados, filiais em diversas partes do mundo, e congregações onde geralmente possuem Ancião Presidente e outros anciãos para as demais responsabilidades, Servos Ministeriais que os auxiliam na pregação interna. Para os serviços externos de pregação ha uma hierarquia de Pioneiros especiais, regulares, auxiliares e publicadores (estes apenas divulgam a religião, não possuem voz ativa na congregação). E ainda possuem na estrutura Superintendentes viajantes, missionarios, servos de zona, etc.